semana pororocas – Paulo Freire: as utopias e distopias em transformação

[ENCERRADO]

Em 2021 resolvemos inaugurar o calendário de ações do binåh com uma Semana Pororocas.

Pororocas é o encontro das águas do conhecimento – um evento que vêm acontecendo no binåh espaço de arte desde 2019. Neste ano, em sua 5ª edição, tendo em vista o contexto atual da COVID19, resolvemos propor um formato expandido e a distância, com uma semana de encontros transdisciplinares.

A Semana Pororocas busca a mistura, a confluência, os contrastes, os entrelaçamentos, os confrontos, criar atritos a partir dos acontecimentos do cotidiano. Romper segmentações e reconhecer complexidades para sair do nicho conhecido. A transdisciplinaridade é política – ativa lugares de elaboração de novos problemas para uma transformação efetiva nas relações e no mundo.

De 23 a 25 de fevereiro realizaremos encontros celebrando o centenário de Paulo Freire, em diálogo com o que estamos vivendo agora. Por meio de 3 encontros com diversos convidados, dialogaremos sobre os ecos de Paulo Freire – sobre o lugar das utopias e das distopias em transformação.

Paulo Freire construiu ao longo de sua vida uma concepção de educação com engajamento ético e politico. Tinha o compromisso com as urgências dos trabalhadores e com uma aprendizagem que fizesse sentido para cada pessoa. Acreditava que a educação era uma prática para liberdade e emancipação. Em um momento como esse, no qual vivemos uma crise ambiental, social, na saúde, na educação, na economia e na política, nos propomos a pensar em caminhos de transformação à luz de Paulo Freire: tendo o compromisso de cada pessoa diante do mundo, o entusiasmo pela curiosidade, as ações horizontais que acontecem pelo diálogo, a leitura e a problematização do mundo, a construção e reconstrução do conhecimento a partir do conhecido e a partilha do dos processos vividos.

A semana acontecerá da seguinte forma:

Dia 1 – 23/02/2021 – terça-feira às 19h
O Cotidiano na crise: Paulo Freire como inspiração. O que estamos inventando?

Apesar de todas as adversidades, educadores, artistas, médicos trabalharam muito durante todo esse período de pandemia. O que mudou? Quais foram os caminhos para realizar nossos propósitos numa situação tão exigente? Olhar para o nosso dia a dia com lentes de pandemia nos fez perceber que há muito o que transformar –as discrepâncias sociais, um regime político que não considera as necessidades singulares de cada brasileiro, a destruição ininterrupta do meio ambiente, a urgência de nos organizarmos enquanto sociedade civil construindo um movimento intersetorial que dê conta da crise que estamos vivendo. Essa situação também nos fez entrar em contato com o que é essencial para a vida. Inspirados em Paulo Freire, nosso convite é que, pelo diálogo, nos localizemos em tudo que conseguimos inventar neste período.

Mesa 1

Com abertura de Lydia Hortellio

⁃ Introdução de Stela Barbieri (Gestora cultural) sobre Paulo Freire
– Dra Beatriz Souza Dias (médica infectologista)
⁃ Fernando Frochtengarten (biólogo e psicólogo) – EJA do Colegio Santa Cruz,
⁃ Marília De Santis (diretora de escola e coordenadora do Movimento Sol da Paz, de Heliópolis)
⁃ Julia Lima  (curadora)

Dra. Beatriz Souza Dias tem Graduação (1979) e Doutorado (2002) pela Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (FMUSP). Residência em Doenças Infecciosas e Parasitárias no Hospital das Clínicas da FMUSP (1980-1981). “Fellowship: Surgical Infectious Diseases” no New England Medical Center em Boston, EUA (1983-1984). Atualmente é Diretora Clínica do Hospital Sírio Libanês e médica assistente do Grupo de Controle de Controle de Infecção Hospitalar do Hospital das Clínicas da FMUSP. Uma de suas principais atividades acadêmicas é a edição do Guia de Utilização de Anti-Infecciosos e Recomendações para a Prevenção de Infecções Relacionadas a Assistência à Saúde, atualmente em sua 7ª edição. Foi Presidente da Associação Paulista de Estudos e Controle de Infecção Hospitalar -APECIH-(1996-2002). Tem experiência na área de Doenças Infecciosas com ênfase em Infecção Hospitalar, infecções cirúrgicas, infecções em oncologia, surtos de infecções, HIV-AIDS e hepatites virais.

Fernando Frochtengarten é biólogo, psicólogo, doutor em Psicologia Social pelo Instituto de Psicologia da USP e diretor dos cursos noturnos (EJA e Esducação Profissional) do Santa Cruz. Autor de dois livros, “Memórias da vida, memórias de guerra: um estudo psicossocial sobre o desenraizamento” (Perspectiva/Fapesp) e “Caminhando sobre fronteiras: o papel da educação na vida de adultos migrantes” (Summus). Em seu doutorado (e em outros trabalhos) tem estudado o papel social da escola para jovens e adultos.

Julia Lima é curadora e pesquisadora. É graduada em “Arte: História, Crítica e Curadoria” pela PUC-SP. Integrou o Núcleo de Pesquisa e Curadoria do Instituto Tomie Ohtake e foi júri do Prêmio EDP 2016. Foi curadora da 2ª edição do programa de residência do Adelina Instituto e das coletivas “Eu queria ser lida pelas pedras”; “Formas de Voltar para Casa”; “Ministério da solidão” e “Ninguém vai tombar nossa bandeira”. Fez também a curadoria de diversas individuais, incluindo as de Kitty Paranaguá (MCB), Felippe Moraes (FIESP), Élle de Bernardini (Verve Galeria), Bruno Novaes (Casa do Olhar) e Carlos Monroy (OC Oswald de Andrade). Atualmente conduz a pesquisa “Elas Estão Aqui” – uma reescrita da história da arte por artistas mulheres –, dá cursos de história da arte, colabora com veículos especializados, e realiza acompanhamento de artistas.

Lydia Hortélio tem formação em Música: Piano, Educação Musical, Etnomusicologia, com estudos de pós-graduação no Brasil, Alemanha, Portugal e Suíça. Realiza pesquisa e documentação de Cultura da Criança, Música Tradicional da Infância, Cultura Popular, Educação através da Cultura. Ministra cursos, palestras, oficinas, exposições, no Brasil e no Exterior. Tem participação em vários projetos de Educação e Cursos de Formação de Professores. Autora dos livros: Uma experiência em EducaçãoHistória de uma manhã… e O Presépio ou o Baile de Deus Menino; dos CDs: Abra a Roda, tin dô lê lê...; Ô Bela Alice Céu  Terra, 51 Cada Vez sai um… Brinquedos dos meninos de Serrinha; e dos filmes: “A Criança com vida, “O Quintal das Crianças, “Tarja Branca- a revolução que faltava e Mitã. Em 2019 foi homenageada na Ocupação Itaú Cultural 2019 e em 2009 recebeu o prêmio Honra ao Mérito Cultura.

Marília De Santis é mestre em Políticas e Práticas Educacionais. Atuou no CEU Heliópolis de 2010 a 2020. É membro da coordenação do Movimento Sol da Paz de Heliópolis, que reune escolas e projetos socioeducacionais do território na articulação do Bairro Educador. Atualmente dirige a EMEF Luiz Gonzaga do Nascimento Junior, também em Heliópolis.

Stela Barbieri é artista plástica, educadora, escritora e contadora de histórias.  Foi curadora do Educativo da Bienal de Artes de São Paulo e diretora da Ação Educativa do Instituto Tomie Ohtake. É assessora de artes da educação infantil e ensino fundamental na escola Vera Cruz e prestou assessoria nas escolas Castanheiras e Nossa Senhora das Graças. Stela fez parte do Conselho Consultivo do PGECC – Programa Gulbenkian Educação para a Cultura e Ciência, em Lisboa, Portugal e atualmente faz parte do conselho da Pinacoteca do Estado de São Paulo.

 Ela também coordenou o curso de Pós-Graduação em Museus e Instituições Culturais, do Instituto Singularidades. Contadora de histórias experiente, Stela é autora de 20 livros infanto juvenis. É diretora do Bináh Espaço de Arte.

Dia 2 – 24/02/2021 – quarta-feira às 19h
Narrativas e diálogos: A visão de arte e cultura de Paulo Freire. Qual a força da palavra ?

Para Paulo Freire, a palavra é a potência transformadora. Cultivou palavras “grávidas de mundo”, com o potencial de invenção de outras realidades. As palavras dos povos originários inauguraram uma relação com os fenômenos cheia de fabulação, mas também com sementes de ciência. Pelos olhos de Paulo Freire aprendemos a perceber as diferentes linguagens, a riqueza da expressão singular de um ser humano encarnado em sua existência – com suas ferramentas e problemas cotidianos – expressando toda a bagagem que seu ser carrega em palavras que trazem pra perto ações muito concretas. É na concretude do dia a dia que a vida se faz e a educação talvez precise estar mais próxima das existências do mundo e seus devaneios.

A ideia é que a leitura da palavra proporcione uma leitura crítica do mundo.

Mesa 2
– homenagem a Fernando Barbosa (Barbatuques) realizada por André Hosoi (músico)

Abertura realizada por Ladislau Dowbor (economista)

-Thaís Aparecida  (Mediadora de leitura em Parelheiros)

– Maria das Vitórias Negreiros do Amaral (Arte-educadora)

Narração de histórias:
– Andi Rubinstein
– Cristiana Ceschi
– Nina B Lucato
– Urga Maira Cardoso

André Hosoi é formado em Música Popular pela IA/UNICAMP é co-fundador e o atual coordenador geral do Núcleo Barbatuques, que realiza trabalhos pedagógicos e de entretenimento usando como ferramenta a Música Corporal.
Músico multi-instrumentista, produtor musical, professor, ilustrador e designer, é integrante do grupo Barbatuques desde 1995. Com o grupo, teve a oportunidade de se apresentar artisticamente e ministrar cursos, oficinas e workshops de percussão corporal por todas as regiões do Brasil e em mais de vinte países. Tocou e gravou com diversos nomes, entre eles Emicida, Hermeto Pascoal, Naná Vasconcelos, Bobby McFerrin, Chico César, André Abujamra, DJ Alok, Stenio Mendes, Marku Ribas, Emicida, Metá-Metá, Badi Assad, Banda Mirim, Palavra Cantada, entre outros. Como músico instrumentista, participou de diversos shows tocando com o grupo Cochichando e a sanfoneiro e cantora Lívia Mattos. Como compositor lançou oo álbum Junina (reeditado em 2017) que conta com a participação de Mônica Samaso, Luciana Alves, Benjamim Taubkin, André Mehmari, Fernando Barba, Vitor Lopes, entre outros . Compositor, teve músicas em filmes como Rio 2, de Carlos Saldanha e a série da Gloob “Buuu”.  Como artista gráfico já elaborou mais de 100 capas de CDs, incluindo Barbatuques, A Barca, Mistura 7, Gian Correa, Badulaque, André Mehmari, Choro Moderno, Henrique Araujo, Boi do Maracanã, Sítio do Pai Adão, Petit Mamadi, Luiz Gayotto, Maria Preá, Alê Ribeiro, entre tantos outros.Como educador, leciona atualmente no Curso de Educação Musical da Faculdades Cantareira e no colégio Vera Cruz.

Andi Rubinstein é contadora de histórias e bonequeira. Mestre em Teatro de Animação pela University of Connecticut, trabalha com a imaginação a serviço da transformação humana há mais de 20 anos contando histórias, dando cursos e palestras com e sem bonecos pelo Brasil e pelo mundo. Ganhou diversos prêmios, entre eles o de melhor atriz/ manipuladora de bonecos com seu espetáculo “A Vida Secreta das Fraldas” no Festival de Teatro para a Infância da Sérvia em 2018.

Cristiana Ceschi é uma artista do Encontro. Seu trabalho de performer, contadora de histórias, diretora de peça de teatro e educadora segue o propósito de fazer emergir o novo por meio do conhecimento ancestral – as narrativas de tradição oral. É atriz formada pelo Bayside College – Austrália e Cientista Social (FFLCH-USP). Em 2007 fundou junto com Beatriz Carvalho o Coletivo As Rutes formado por artistas que desejam propiciar Experiências Significativas no espaço da cidade e para público não esperado. Em 2014 ganhou o título de mestre em em ensino e aprendizagem da arte pela ECA – USP ao apresentar sua dissertação – A Menina, O Cavalo e a Chuva , a Arte de Contar Histórias e a Cibercultura com orientação de Regina Machado. Segue sua busca de contato entre o Ancestral e o Novo, pesquisando as conexões entre Arte e a Ciência como integrante do núcleo de Humanidades, Narrativas e Humanização em Saúde da Escola Paulista de Medicina (EPM) – Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP) sob orientação do Prof. Dr. Dante Marcello C. Gallian. O “carro-chefe” da trajetória artística de Cristiana Ceschi é conhecer e contar histórias da tradição oral com foco no desenvolvimento humano. Desde 2004, trabalhou nos mais diversos espaços como escolas, universidades, teatros, SESCs, bibliotecas, abrigos, hospitais e empresas. Também já coordenou e ministrou cursos, workshops e palestras sobre essa arte tanto para pessoas interessadas em aprender a contar histórias quanto para aqueles interessados em expandir o conhecimento de si e das relações humanas. www.cristianaceschi.com

Ladislau Dowbor é economista e professor titular de pós-graduação da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo. Foi consultor de diversas agências das Nações Unidas, governos e municípios, além de várias organizações do sistema “S”. Autor e co-autor de cerca de 40 livros, toda sua produção intelectual está disponível online na página dowbor.org.

Maria das Vitórias Negreiros do Amaral é pós-doutora em Arte/educação e Feminismo pelo Instituto de Investigaciones Feministas de la Universidad Complutense de Madrid (2012). Doutora em artes pela Universidade de São Paulo (2005). Mestre em Antropologia pela Universidade Federal de Pernambuco (2000). Graduada em Educação Artística, habilitação em Artes Cênicas pela Universidade Federal de Pernambuco (1987). Atualmente é Coordenadora do Programa Associado de Pós-Graduação em Artes Visuais UFPE/UFPB e professora do curso de Artes Visuais da UFPE. É Líder do Núcleo Interdisciplinar de Estudos e Pesquisas sobre o Imaginário.Tem experiência na área de Artes, com ênfase em arte/educação, atuando principalmente nos seguintes temas: arte/educação, gênero, cultura, educação e antropologia do imaginário. Foi Presidente eleita da Federação de Arte/educadores do Brasil (FAEB) (2013-2015), da Red Iberoamericana de Representaciones y Imaginários (RIIR) é eleita em 2019 uma das três componentes da Comissão Diretora do Consejo Latinoamericana de Educación por la arte (CLEA). Organizadora, juntamente com Ana Mae Barbosa, do livro: Mulheres não devem ficar em silêncio: arte, design, educação (SP:Cortez, 2019).

Nina Barbieri Lucato estudante de pedagogia é educadora em cursos para crianças no Bináh Espaço de Arte. Trabalhou na Escola Grão de Chão e na Casa Ubá. Trabalhou no
Núcleo Morungaba ministrando a oficina de Jogos e Histórias. Foi educadora nos SESCs 24 de Maio e Pinheiros com Laura Gorski. Foi cantora e percussionista na banda de forró Pé de Manacá. Ela também adora dançar, desenhar e inventar.

Thais Aparecida tem 26 anos, libriana, mulher negra que ama tomar chá, ler, socializar, estar junto, fazer junto, acolher, aprender e ensinar.
Cursando o 8° semestre de pedagogia na Faculdade do Educador – FEDUC / Bela Vista – SP. Mora em Parelheiros há 16 anos e atua como mãe mobilizadora, educadora e articuladora social no projeto Centro de Excelência em Primeira Infância em Parelheiros desde 2017, com foco e esperança na causa de tornar Parelheiros o melhor lugar para as crianças nascer, crescer e viver.

Urga Maira Cardoso é educadora e Artista. Professora do curso “Narrativas Corporais” que compõe o núcleo de artes do colégio viver. Pesquisa histórias da tradição oral há mais de 25 anos. Há 10 anos pesquisa os efeitos do teatro de sombras nas narrativas. Faz mentorias para jardim de infância com foco no livre brincar e a natureza. Mãe do Francisco e do Joaquim, apicultora e tem uma cachorrinha chamada mel. www.urgamaira.com

Dia 3 – 25/02/2021 – quinta-feira às 19h
Paulo Freire como holofote para esse momento. O que estamos aprendendo?

Aprender é revolucionário. Paulo Freire acreditava em uma educação emancipatória que permitisse que cada um fosse protagonista da sua própria história e aprendizagem. A educação só se constrói a partir de um lugar onde o educador e o educando estão aprendendo juntos. As pessoas já trazem com elas um saber – bagagens que podem ser problematizadas de maneira que ampliem o olhar para o vivido. O que estamos aprendendo com o que estamos vivendo? Como aprendemos com o outro? Pensando que o outro pode ser qualquer nação ou elemento da natureza. Aprender para Paulo Freire é uma atitude ativa – que não se acomoda.

Mesa 3

Homenagem a Fernando Barbosa com o grupo Barbatuques

Abertura: Sérgio Haddad (professor, pesquisador, ativista social)
⁃ Helena Singer (socióloga e educadora)
⁃ Paulo Lima ( Galo) (Entregadores antifascistas)
– Muna Zeyn (Assistente social e ativista)
– Gleyce Kelly Heitor (educadora e pesquisadora)

Barbatuques é um grupo brasileiro de percussão corporal.Criado em 1995 pelo músico paulistano Fernando Barba, o grupo Barbatuques é formado por 14 integrantes (André Hosoi, Marcelo Pretto, André Venegas, Dani Zulu, Flávia Maia, Giba Alves, João Simão, Lu Horta, Heloiza Ribeiro, Mairah Rocha, Maurício Maas, Renato Epstein, Charles Raszl, Lu Cestari e Tiririca) que propõem, sobretudo, fazer música a partir do batuque com o próprio corpo, como palmas, batidas no peito, estalos com os dedos e a boca, assobios e sapateados, resultando ritmos do samba ao rap. Além disso, mostra o resultado da coletividade e da brasilidade como tema. As expressões orgânica e corporal mostram o desenvolvimento de linguagens cênicas e visuais com projeções de imagens e coreografias.

Gleyce Kelly Heitor é educadora e pesquisadora. Graduada em História (UFPE), mestra em Museologia e Patrimônio (Unirio-Mast). Foi coordenadora de ensino da Escola de Artes Visuais do Parque Lage (2019), professora substituta do Bacharelado em Museologia da UFG (2017- 2018), coordenadora pedagógica nacional do Programa CCBB Educativo Arte e Educação – 2018, realizado pelo JA.CA Centro de Arte e Tecnologia, assessora e coordenadora pedagógica da Escola do Olhar – MAR (2012-2017) e estagiária na Diretoria de Mediação e Programação Cultural do Museu do Louvre (2016). Atualmente é Gerente de Educação e Participação do MAM Rio e consultora da Elã – Escola Livre de Artes (Observatório de Favelas / Galpão Bela Maré / Produtora Automatica). Suas pesquisas e experiências concentram-se nas relações entre o museu, a arte contemporânea e a educação, nas interfaces entre a museologia e o pensamento social brasileiro e nos diálogos entre os museus e os movimentos sociais.

Helena Singer é líder da Estratégia de Juventude da America Latina na Ashoka. Foi Assessora Especial do MEC e é pós-doutorada pela Unicamp.

Muna Zeyn é chefe do Gabinete da Deputada Federal Luiza Erudina e professora universitária de Políticas Sociais. Assistente social formada pela FMU e pós-graduada pela PUC, Zeyn é ativista pelos direitos da mulher.

Paulo Lima ( Galo) é fundador do Grupo Entregadores Antifascistas, Paulo se tonou ainda mais conhecido por ter feito vídeos que alcançaram milhares de pessoas na internet denunciando as precárias condições de trabalho de um entregador em meio à pandemia.

Sérgio Haddad é doutor em história e filosofia da educação pela Usp, professor, pesquisador, ativista social, escreveu o livro – o educador- um perfil de Paulo Freire

Duração: aproximadamente 1h30 de encontro por noite
Horário: Das 19h às 20h30
Data: 23 a 25 de fevereiro de 2021
Encontros gratuitos

Transmissão através do canal do binåh no You Tube