Narrativas: livros, quadrinhos, animação e documentação, Stela Barbieri e Joaquim Almeida [Inscrições Encerradas]

Informações

sábado, 9h às 18h
datas à definir
Duração: 1 encontro
Vagas limitadas

Valor: R$420,00.

Telefones: (11) 3875-6008 e (11) 3467-4387

Inscrições: através do email prod.binahespacodearte@gmail.com

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Entre a ficção e a realidade, a invenção das narrativas convoca materialidades e formas específicas sugeridas pela história que se quer contar. Em cada momento que a história muda de rumo, o espaço, o cromatismo e outros elementos se alteram. Com experimentos práticos e leituras, vamos investigar as narrativas de diferentes tempos, materialidades e mídias. Vamos também navegar numa trajetória da imagem em movimento nas narrativas orais, no livro lustrado, nos quadrinhos, nas animações, nos filmes e nas documentações.

 

stela_retrato Stela Barbieri é artista plástica, educadora, escritora e contadora de histórias.  Foi curadora do Educativo da Bienal de Artes de São Paulo e diretora da Ação Educativa do Instituto Tomie Ohtake. É assessora de artes da educação infantil e ensino fundamental na escola Vera Cruz e prestou assessoria nas escolas Castanheiras e Nossa Senhora das Graças. Stela fez parte do Conselho Consultivo do PGECC – Programa Gulbenkian Educação para a Cultura e Ciência, em Lisboa, Portugal e atualmente faz parte do conselho da Pinacoteca do Estado de São Paulo.

 Ela também coordenou o curso de Pós-Graduação em Museus e Instituições Culturais, do Instituto Singularidades. Contadora de histórias experiente, Stela é autora de 20 livros infanto juvenis. É diretora do Bináh Espaço de Arte.

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joaquim_retrato Joaquim Almeida é artista, escritor, ilustrador e educador. Navega por linguagens diversas, seu trabalho aborda o território narrativo em busca de novas fronteiras e olhares inventivos. Participou com obras no catálogo internacional literário da Feira de Bolonha e com o livro “Quidungo” recebeu o selo altamente recomendável da Fundação Nacional de Literatura Infanto Juvenil (FNLIJ). Foi duas vezes finalista do prêmio Jabuti, uma das premiações mais importantes do mercado editorial brasileiro. Em 2015, “O mistério do Capiongo” foi selecionado entre os dez melhores da categoria juvenil e em 2016, “A mentira da Verdade” foi selecionada entre as dez melhores na categoria ilustração infantil e juvenil. No filme “O diabo era mais embaixo”, atuou junto com o seu irmão e artista Manu Maltez na invenção de máscaras e esculturas para o média metragem. Como educador, seu percurso profissional se estende desde 2002 passando por diversos projetos ligados a educação e instituições de ensino. Trabalhou como assessor na rede pública, na Derdic, escola para surdos, e em grandes escolas da capital de São Paulo. Pós graduando em animação, atualmente é atelierista da Escola Vera Cruz.