Cartografias da invenção, Virgínia Kastrup e Stela Barbieri [Inscrições abertas]

Informações

quintas, das 19h às 22h
19 de março de 2020
23 de abril de 2020
21 de maio de 2020
04 de junho de 2020
Duração: 4 encontros
Público alvo: iniciantes, profissionais e interessados em geral
Vagas limitadas

Valor: R$1.600,00 ou 4x R$400,00

Telefones: (11) 3875-6008 e (11) 3467-4387

Inscrições: através do email contato@binahespacodearte.com.br

A proposta é estudar e discutir algumas pistas do método da cartografia. Tomando como base ideias propostas por Gilles Deleuze e Félix Guattari, a cartografia é de um método de pesquisa-intervenção que não se baseia em um conjunto de regras prontas para serem aplicadas, mas é orientado por pistas. No grupo de estudos vamos discutir algumas dessas pistas, como cartografar é acompanhar processos, atenção do cartógrafo, plano comum e análise de dados, dentre outras. A ideia é pensar a cartografia no trabalho com a arte, na educação, na pesquisa acadêmica e nos bebês, examinando a dimensão investigativa presente em cada um desses campos, bem como suas singularidades.

Bibliografia:

Passos, E., Kastrup, V. e Escóssia, L. (2009) Pistas do Método da Cartografia: pesquisa-intervenção e produção de subjetividade. V.1. Porto Alegre: Sulina.

Passos, E., Kastrup, V. e Tedesco, S. (2009) Pistas do Método da Cartografia: a experiência da pesquisa e o plano comum. V. 2. Porto Alegre: Sulina.

A atenção conjunta e o bebê cartógrafo: a cognição no plano dos afetos. http://periodicos.uff.br/ayvu/article/view/27403

 

virginia_retrato Virgínia Kastrup é Doutora em Psicologia Clínica (PUC-SP), Professora Titular do Instituto de Psicologia da Universidade Federal do Rio de Janeiro e bolsa PQ do CNPq na área de psicologia cognitiva. Publicou A invenção de si e do mundo (Autêntica, 2007), Políticas da Cognição (Sulina, Kastrup, Tedesco e Passos, 2008), Cegueira e Invenção (CRV, 2018) e Histórias de cegueiras, com Laura Pozzana (CRV, 2016). É uma das organizadoras de Pistas do Método da Cartografia v.1 (Passos, Kastrup e Escóssia, Sulina, 2009) e Pistas do Método da Cartografia v.2 (Passos, Kastrup e Tedesco, Sulina, 2014), Exercícios de ver e não ver: arte e pesquisa com pessoas com deficiência visual (Moraes e Kastrup, Nau, 2010) e Movimentos micropolíticos em saúde, formação e reabilitação (Kastrup e Machado, CRV, 2016). Suas pesquisas se articulam em torno do problema da invenção, com desdobramentos sobre a aprendizagem, a atenção, a arte e a deficiência visual.

 

stela_retrato Stela Barbieri é artista plástica, educadora, escritora e contadora de histórias.  Foi curadora do Educativo da Bienal de Artes de São Paulo e diretora da Ação Educativa do Instituto Tomie Ohtake. É assessora de artes da educação infantil e ensino fundamental na escola Vera Cruz e prestou assessoria nas escolas Castanheiras e Nossa Senhora das Graças. Stela fez parte do Conselho Consultivo do PGECC – Programa Gulbenkian Educação para a Cultura e Ciência, em Lisboa, Portugal e atualmente faz parte do conselho da Pinacoteca do Estado de São Paulo.

 Ela também coordenou o curso de Pós-Graduação em Museus e Instituições Culturais, do Instituto Singularidades. Contadora de histórias experiente, Stela é autora de 20 livros infanto juvenis. É diretora do Bináh Espaço de Arte.