Stela Barbieri
Vortice
o mar que atravessamos
cacada

Como artista plástica, Stela Barbieri trabalha com obras oficinas, convidando as pessoas a realizar ações sinestésica em diversos espaços e situações com materiais, como látex, vidro, pigmentos, areia, cera de abelha e argila. Parte de percepções e imagens que, por meio de sua ação, vão se transformando. Desde 1990 tem exposto em espaços institucionais como museus e centros culturais no Brasil e no exterior.

O Projeto Lugares é a primeira edição do Circuito Ativo, um conceito que permeia o trabalho atual de Stela e cuja intenção é realizar exposições/ateliês, encontros de ações colaborativas e diálogos com artistas, educadores, jovens e adultos sobre a vida, a arte contemporânea e a educação. Em 2014 foram montados cinco “Lugares” em três diferentes unidades do Sesc.

Também em 2014, em sua segunda individual na CENTRAL Galeria, Stela Barbieri realizou uma grande instalação com o título Vórtice.

Fernando Vilela participou de mostras em diversas instituições culturais brasileiras como a Pinacoteca, o Centro Cultural São Paulo, o Santander Cultural de Porto Alegre, o Museu de Arte Contemporânea, entre outras. No exterior já expôs na Bélgica, França, Estados Unidos e México. Recentemente, duas obras do artista entraram para a coleção do MoMA de Nova York.

O Mar Que Atravessamos, exposição de Fernando na Galeria Virgílio, traz ensaios fotográficos e narrativas gráficas acerca da memória. Refletem-se nestas obras vestígios de seu registro pessoal, de alguém que nasceu e cresceu em uma família especialmente engajada na luta contra a ditadura no Brasil. A exposição reuniu 35 fotografias, livros de artista, objetos de ferro e desenhos que combinam fotos e gravuras sobre papel.

Na exposição Caçada (Funarte, 2011), Fernando Vilela utiliza os elementos gráficos de postes de luz, de placas de ruas, de faróis de trânsito, entre outros, e dos arquitetônicos das fachadas dos prédios, calçadas, e simbólicos equipamentos, como o Minhocão, para criar um diálogo entre o espaço de fora e o expositivo.